Você já parou para pensar?

Quando alguém quer atrair a nossa atenção, costuma perguntar: “você já parou para pensar…?”. A questão, que soa corriqueira, se sobrepõe a uma verdade: o quanto pensamos pouco. Talvez você não concorde de pronto, pois confundimos o exercício de pensar com a mania de preocupar-se, uma vez que as apreensões costumam povoar nossa mente, deixando reduzido espaço para pensamentos produtivos. E daí vale o dito atribuído a Martinho Lutero: “você não pode impedir que um pássaro pouse em sua cabeça, mas pode impedir que ali faça o seu ninho”. Então, deixemos as preocupações de lado, porque só servem mesmo para consumir a energia mental que pode – e deve! –  ser canalizada para o salutar exercício de pensar.

Sugiro alguns exercícios direcionados ao contexto do trabalho e dos negócios. Vamos lá?

Você já parou para pensar em quanto as pessoas que trabalham com você se sentem verdadeiramente inspiradas e desafiadas no dia-a-dia?

Você já parou para pensar em quanto seus colaboradores sentem-se reconhecidos pelo tanto que se empenham e realizam?

Você já parou para pensar em quanto cada colaborador consegue enxergar a relação que existe entre o que faz e o propósito da empresa?

Você já parou para pensar em quanto as pessoas, de fato, alinham seus objetivos profissionais com os objetivos organizacionais?

Você já parou para pensar em quanto o cliente se sente compreendido e reconhecido por sua empresa?

Você já parou para pensar no que atrai e no que afasta o cliente?

Você já parou para pensar sobre um futuro promissor para o seu negócio e que esse sucesso também fosse o de todos os parceiros, juntos, ou seja, colaboradores, clientes ou fornecedores?

Parar para pensar é uma forma de produzir e fluir reflexões. Melhor ainda é pensar em conjunto. Quando você lança uma pergunta nessa direção, sugere que as mentes estejam abertas à ponderação e à conexão. É um convite às ideias e à imaginação.

Você já parou para pensar em como é bom pensar e em como é gostoso pensar junto com quem está ao nosso redor? Ainda não?  Então, pare!

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