T-R-E-I-N-A-M-E-N-T-O

Está lá no último livro do Tom Peters, mas a citação é do almirante Chester Nimitz, comandante em chefe. Diz assim: “Treinamento, TREINAMENTO e M-A-I-S T-R-E-I-N-A-M-E-N-T-O.” Simples assim! Se não achou grande o bastante, considere o comentário final de Nimitz: treinamento é mais importante do que equipamento.

No lugar de treinamento leia educação e estamos falando da mesma coisa, ou seja, de preparar a equipe para que se supere na execução.

Muitos planos de metas colocam números para tudo, menos para treinamento/educação, na crença insana de que possam ser alcançados sem que haja aumento na estatura emocional, intelectual e relacional dos integrantes da equipe.

A educação só vai entrar na cultura da empresa se for considerada investimento, em vez de despesa. Caso prefira fazer contas, constate: colaboradores bem preparados custam menos e rendem mais do que os mal preparados.

Educação só vai ser levada a sério se o tempo destinado a ela for tão importante do que o dedicado à produção ou operação. Peters também cita a famosa frase de Abraham Lincoln: “Me dê seis horas para cortar uma árvore, e vou passar as primeiras quatro afiando o machado”.

Tanto o treinamento como a educação apenas darão certo, de fato, se o líder empreendedor acreditar que os capitais advindos da educação (intelectual, emocional, relacional e até espiritual) são mais relevantes do que os físicos e tecnológicos.

É preciso romper com algumas crenças para que o processo prospere e faça a empresa prosperar. Dentre as crenças limitadoras está aquela de que é melhor não qualificar as pessoas, pois elas irão embora para ganhar mais em outro lugar. Pense como o megaempresário Richard Branson, também citado por Peters:

“Treine as pessoas bem o bastante para que elas possam ir embora, trate-as bem o bastante para que não queiram ir.”

Simples assim!

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